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Quem disse que
qualidade não faz Dinheiro?
Eu seria suspeito em falar de QUALIDADE
por ser minha especialidade, no entanto, podemos observar, como
inúmeras empresas que aderiram à planos estratégicos
de qualidade, se projetaram no mercado interno assim como,
no mercado internacional.
PONTOS ESTRATÉGICOS QUE DEVEM
SER PRIORIZADOS NA QUALIDADE:
– Planejamento com projeção (onde queremos chegar?)
– Motivação dos funcionários para alcançar
as metas.
– Despertar no funcionário o que ele ganha atuando
com qualidade.
– Encarar os problemas que emergem no dia-a-dia como Oportunidade
de melhorias aplicando ações preventivas para erradicá-los
do processo.
– Aplicar Ferramentas da Qualidade para controle dos processos:
Kanban, 5Ss, Gerenciamento Visual, Métodos de Análise
e Solução de Problemas, 6Sigma e outros
– Implementar SGQ reconhecidos internacionalmente tais como:
ISO 9001, 14000, TS 16949, GMP e outros
– Foco no cliente = Ouvi-lo
É primordial : Acompanhar a evolução da qualidade
com dados e fatos .
Além das projeções da empresa no mercado,
existe um percentual significativo de redução dos
custos internos, devido à redução de desperdícios
nos erros potenciais.
Os principais desperdícios são: Métodos
inadequados, Equipamentos
sub ou super dimensionados, Matérias-primas
e materiais inadequados e qualidade não garantida, Mão
de obra com baixa qualificação e não
comprometida com os objetivos da empresa, Ambientes
desorganizados que não garantem a acuracidade
das informações não garantem a qualidade que
o cliente espera.
É importante que tenhamos a consciência que, para sermos
competitivos nos dias de hoje temos que seguir essa fórmula:
Produzir + com - = Qualidade
Traduzindo : Fazer bem
feito na 1ª vez.
Cada vez que leio um artigo que atesta que qualidade
não é um agregado ao processo e ao produto e sim a
essência de sobrevivência das empresas,
minha auto estima cresce, pois atesta também minha convicção
que, qualidade deveria ser seguida como religião; onde “só
recebem as graças os que a praticam”.
Só que lamentavelmente ainda a qualidade é considerada
como um automóvel de última geração
que está na garagem e não é utilizado por que
ninguém sabe dirigi-lo.
Lendo um artigo em um conceituado jornal, observei que, apesar da
crise econômica e da forte retração sofrida
pelo setor automotivo, a indústria de Artefatos de Borracha
Bins S.A., de São Leopoldo (RS) fechou 2002 com um faturamento
de R$ 27,1 milhões, com um crescimento de 25% sobre 2001.
O resultado superou em 11% a previsão de faturamento da própria
empresa para o período, que havia sido fixado em R$ 24 milhões.
A constante aposta na qualidade de seus produtos levou a empresa
a conquistar em 1996, a certificação ISO 9002 e, em
1999, a QS 9000. Agora, está em vias de obter a ISO 9000:2000
e a ISO/TS/16949:2002, habilitando-se a atuar como fornecedora de
componentes para qualquer planta automotiva mundial, constituindo-se
numa das 10 primeiras indústrias da América do Sul
a obter estas certificações nestas versões.
Com isto, a empresa poderá acelerar o processo de globalização
de suas exportações para todos os continentes.
Eis uma das comprovações que
atesta que:
Qualidade
não é desperdício de Tempo e sim, LUCRO !
Quem tem, sai na frente,
que não tem fica para traz.
Dieter C. J. Jäckel
Consultor de Empresas, Diretor Técnico
da Proquality
Especialista em Qualidade e Produtividade
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